same as it ever was

May 02 2014
Apr 22 2014
fozmeadows:

nothingman:

via http://www.listen-tome.com/save-me/

IT’S 2AM AND I’M LAUGHING WAY TOO LOUD HELP

fozmeadows:

nothingman:

via http://www.listen-tome.com/save-me/

IT’S 2AM AND I’M LAUGHING WAY TOO LOUD HELP

(via paulftompkins)

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Apr 16 2014

svibe:

overlordestelle:

congratulations to lupita nyong’o for her Oscar but more importantly congratulations because she’s literally the only person on this planet that can pull off every single color in existence

My wife OMG !

(via newtothisforgiveme)

42,215 notes  /  

Mar 10 2014
Feb 06 2014

R.I.P. Everyone

gabedelahaye:

I used to write a website about movies and television with the occasional Think Piece on Gwyneth Paltrow’s spending power. It is a website that just happens to be closing up shop for good tomorrow, unfortunately. Ours was a love the world could not understand. R.I.P. 

By the end of my tenure at the soon (so soon) to be defunct pop culture website, it genuinely felt like I was reading the Entire Internet every day, and the only takeaway one can have from reading the Entire Internet every day is that the Internet is 100% Horrible. There’s a common sense that the Internet is just a collection of sad adolescent trolls hiding in their parents’ basements throwing digital feces through the proverbial bars, but the truth is much worse. Everyone is throwing the digital feces. The trolls just enjoy it a little more.

So, one of the most wonderful aspects of stopping writing for that website on a daily basis was that I also stopped reading other websites on a daily basis. With rare exception, I haven’t LOOKED at a blog in six months, much less read one. I still look at Tumblr most days, but Tumblr might as well be Instagram. It hardly counts.

And yet, I somehow have not managed to escape Blog Culture, because Blog Culture has become so pervasive that we are all doomed to a wasteland future of ad hominem non-jokes, knee-jerk unreflective judgements punched out on iPads during commercial breaks, and a Smithsonian’s worth of #selfies.

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1,273 notes  /  

Dec 23 2013
thedissolve:


“Beyond being an uproarious comedy, The World’s End is a quietly powerful exploration of addiction and the way relationships decay with time. In the kind of performance that tends to get overlooked because it’s fundamentally comic, Simon Pegg delivers a boldly unsentimental, even unlikeable turn as an emotionally stunted man-child willing to put friends and family in harm’s way for the sake of pursuing a pathetic adolescent fantasy. Pegg behaves abhorrently throughout The World’s End, but he never loses sympathy or the sense his lager-soaked soul is worth fighting for. But The World’s End’s ambitions go beyond that, to addressing the homogenization of a commercial world that’s left the human spirit as the only entity left uncolonized by multinational corporations.”

For our Year In Review, Nathan Rabin looks at 2013’s comedies, and finds that the best ones are those that don’t limit themselves to being pure comedies. [Read more…]

thedissolve:

“Beyond being an uproarious comedy, The World’s End is a quietly powerful exploration of addiction and the way relationships decay with time. In the kind of performance that tends to get overlooked because it’s fundamentally comic, Simon Pegg delivers a boldly unsentimental, even unlikeable turn as an emotionally stunted man-child willing to put friends and family in harm’s way for the sake of pursuing a pathetic adolescent fantasy. Pegg behaves abhorrently throughout The World’s End, but he never loses sympathy or the sense his lager-soaked soul is worth fighting for. But The World’s End’s ambitions go beyond that, to addressing the homogenization of a commercial world that’s left the human spirit as the only entity left uncolonized by multinational corporations.”

For our Year In Review, Nathan Rabin looks at 2013’s comedies, and finds that the best ones are those that don’t limit themselves to being pure comedies. [Read more…]

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Dec 17 2013

ovelhofrancisco:


Começamos por ver dois adultos (agentes da polícia numa missão que os obriga a fazer passar por adolescentes), no seu primeiro dia de aulas num típico liceu norte-americano dos dias de hoje. Querendo, desde logo, demarcar, de forma vincada, a sua posição de poder, um deles assume a “tradicional” postura de bully, fazendo pouco de todos aqueles que não correspondem à norma, chegando, a certa altura, a agredir um colega gay. Era esta a realidade que conhecia dos seus dias de escola (e que achava apropriada para não ser marginalizado). No entanto, a atitude acaba por não ser celebrada, antes pelo contrário, sendo mesmo  repreendida por todos os colegas, dos mais populares aos mais resguardados. Ou seja, o bully, ao contrário do que numa primeira instância poderia imaginar, não está afinal no topo da hierarquia social deste liceu. E as diferenças são mesmo aplaudidas. Este cenário é recriado em 21 Jump Street - Agentes Secundários, filme de Phil Lord e Chris Miller, com Jonah Hill e Channing Tatum, um dos grandes sucessos de bilheteira de 2012.

Se, por um lado, tudo isto é uma ficção, deste lado do Atlântico, mais concretamente no Reino Unido, o sociólogo da Universidade de Brunel Mark McCormack(1) encontrou uma realidade aproximada do que se reflete neste filme de Hollywood, tal e qual nos mostra no seu livro de investigação The Declining Significance of Homopobia: How Teenage Boys Are Redefining Masculinity and Heterosexuality. O título deste estudo antevê, desde logo, a conclusão a que chegou Mark McCormack na pesquisa que levou a cabo em três escolas secundárias britânicas. O que está a acontecer entre adolescentes revela uma redefinição dos códigos de masculinidade. Não que seja uma regra tácita, mas estão a ocorrer mudanças significativas face aos padrões de heteronormatividade, o que tem, como consequência, um declínio progressivo da homofobia. E um exemplo perfeito deste novo modelo moderno de masculinidade pode encontrar-se numa boy band atual: os One Direction.

Seja nos telediscos (como em Kiss You ou Best Song Ever), em entrevistas, ou até mesmo em algumas das suas canções, os cinco membros do grupo (que quando se juntaram, há três anos, tinham entre 16 e 19 anos) assumem uma postura em nada heteronormativa, não expressando receios de proximidade física para demonstrar o afeto que nutrem entre si, mesmo que todos eles se identifiquem como heterossexuais.

É impossível não tecer paralelos entre este caso e a realidade que Mark McCormack encontrou em algumas das escolas onde fez a sua investigação, precisamente com adolescentes das mesmas idades dos One Direction. “Fiquei imediatamente surpreendido com a afeição física entre os estudantes do sexo masculino. Estes jovens não eram apenas próximos uns dos outros, eles tocavam-se e faziam-no com cuidado e carinho. (…) Estes rapazes abraçavam-se constantemente, sentavam-se no colo uns dos outros, davam, entre si, massagens nas costas. Quando eu era estudante, comportamentos semelhantes iriam categorizar estes jovens como gays e eles seriam marginalizados por isso. No entanto, nestas escolas, este tipo de comportamentos vinham de alguns dos estudantes mais populares”, descreve o sociólogo na introdução de The Declining Significance of Homopobia.

Até não há muitos anos as escolas secundárias eram consideradas “ambientes hostis” para a comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros) e para todos aqueles cuja conduta comportamental não se rege pela heteronormatividade, descreve McCormack. No caso de adolescentes rapazes, aqueles que não fossem minimamente agressivos, hipermasculinos, algo misóginos e homofóbicos, dificilmente passariam os anos de liceu sem algum tipo de marginalização. Mas, progressivamente, os adolescentes sentem menos a necessidade de se afastarem de atitudes que, até agora, se julgavam exclusivas dos homossexuais.

Esta teoria da masculinidade inclusiva defende, por isso, que esta atitude contribui para uma “expansão no campo dos comportamentos permissíveis aos rapazes e homens. Os mecanismos reguladores da masculinidade hegemónica - dominação física e marginalização discursiva - já não estão tão presentes ou perdem utilidade neste cenário. Isto significa que, apesar de alguns rapazes continuarem a manter uma homofobia pessoal, a sua expressão será estigmatizada no seu grupo de pares”. Não será, por isso, uma mera coincidência que este quadro se aproxime tanto do cenário descrito no filme 21 Jump Street.

Essa estigmatização de comportamentos homofóbicos foi algo que Mark McCormack presenciou no seu trabalho de pesquisa, nomeadamente numa escola secundária religiosa. Craig, descrito pelo académico como um dos estudantes mais populares, ligado ao desporto, comenta, a certa altura, com o investigador: “Conheci rapazes que dantes eram homofóbicos. Mas uma pessoa chega aqui, conhece alguns gays, e acaba por crescer.” Dominic, um outro aluno também entrevistado, segue a mesma linha de raciocínio: “Acho que, atualmente, é a homofobia que é malvista. Se fosses homofóbico terias demasiada vergonha para dizer seja o que for.”

O argumento que Mark McCormack tece na sua investigação é o de que esta mudança tão significativa no comportamento dos adolescentes é o resultado de estes não encararem a homossexualidade como algo anómalo. Ao longo do livro são vários os estudantes que apoiam o casamento de casais do mesmo sexo e alguns chegam a condenar a sua escola de atitudes homofóbicas porque não têm professores que se identifiquem como homossexuais (confundindo, eles mesmos, uma política de privilégio heteronormativo com uma atitude homofóbica). Ou, como descreve o professor, está-se a dar uma “aceitação intelectual da homossexualidade”.

Esse processo tem como consequência a inclusão social dos jovens gay neste contexto escolar. Na mesma escola secundária anteriormente referida, foi eleito como presidente da associação de estudantes Max, um rapaz de 16 anos que, inclusivamente, fez da sua homossexualidade parte da campanha. “Além dos cartazes estarem emoldurados com as cores do arco-íris, ele foi retratado apenas vestido com a roupa interior”, é descrito no livro.

Este caso de inclusão acaba por ter como espelho uma outra boy band, também ela formada no mesmo concurso onde nasceram os One Direction, o X Factor. Antes ainda de lançarem a sua primeira canção, um dos elementos dos Union J, Jaymi Hensley (hoje com 23 anos), revelou que era homossexual, mantendo uma relação há mais de quatro anos. Obviamente não se quer com isto dar a entender que deveria ser obrigatório a cada um revelar publicamente a sua sexualidade. Essa é uma decisão íntima e pessoal. Mas, a verdade, é que parte do fascínio que é criado em torno das boy bands tem que ver com o facto de os seus elementos jogarem também com as fantasias sexuais do público a que se dirigem. E nos Union J estão representados não só rapazes heterossexuais mas também homossexuais, refletindo, por isso, a inclusão social descrita por Mark McCormack.

Se, como escreve Eric Anderson, professor da Universidade de Winchester, no prefácio de The Declining Significance of Homopobia, “o estudante banal de uma escola secundária banal já não é, culturalmente, forçado a abraçar a homofobia”, há uma série de razões que contribuíram para que se chegasse a este patamar. As medidas políticas e sociais que têm sido tomadas (como a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, bem como o seu direito à adoção ou, no caso dos EUA, a abolição da lei que impedia membros das forças armadas de se assumirem publicamente como homossexuais) têm sido fundamentais, porque têm como consequência a legitimação, por parte dos estados, das relações entre pessoas do mesmo sexo. O que contribui para que a discriminação, a par e passo, se faça sentir de forma cada vez menos intensa. Não é de admirar, portanto, que Mark McCormack relate que vários dos estudantes que entrevistou para a sua investigação considerem a homofobia tão reprovável como o racismo. “Os direitos gay são vistos atualmente como direitos humanos”, refere o sociólogo.

Paralelamente a estes avanços civilizacionais, a visibilidade de identidades gay e lésbica na cultura popular é crescente. Mesmo que, por vezes, sejam representadas através de estereótipos, essa política está-se a tornar menos recorrente. O sociólogo britânico defende que “lésbicas e gays são comuns em programas televisivos e estão bem representados nos media”. Uma Família Muito Moderna (Modern Family no original), uma das séries norte-americanas mais premiadas nos últimos anos, tem, entre os seus protagonistas, um casal gay. A recente sitcom Brooklyn Nine-Nine reflete também o contexto de maior inclusão. O ator Andre Braugher veste a pele do capitão Ray Holt, um homossexual que comanda uma esquadra da polícia de Brooklyn, sendo uma personagem que foge a todos os estereótipos gay, seguindo os passos que outras séries deram no passado, como Tudo Acaba Bem (Happy Endings) ou The Sarah Silverman Program.

Têm também sido vários os filmes (muitos deles dirigidos ao grande público) que mostram como a homofobia não é hoje tacitamente aceite entre camadas mais jovens da população. Em The Sitter (2011), de David Gordon Green, quando o jovem de 13 anos Slater Pedulla (interpretado por Max Records) afirma que não quer ser gay (pelo medo que tem da rejeição), o seu babysitter, o jovem adulto Noah (Jonah Hill), faz um emotivo discurso contra a homofobia. As Vantagens de Ser Invisível , de Stephen Chbosky, e protagonizado por Ezra Miller (um adolescente que não esconde o facto de ser gay), Emma Watson e Logan Lerman, é outro dos títulos recentes que mostram adolescentes a não compactuarem com a discriminação com base na orientação sexual.

A proliferação na cultura popular de identidades não heteronormativas contribui assim para o que Mark McCormack defende como a redefinição da masculinidade entre os adolescentes, que tem entre as suas consequências um declínio de comportamentos homofóbicos na sociedade ocidental contemporânea. A popularidade de um grupo com as características dos One Direction, sendo que uma das causas desse sucesso é também a extrema identificação que existe entre a banda e a sua base de admiradores, acaba por ser um pequeno espelho de uma cultura juvenil em profunda mudança. 

As mudanças de atitude que McCormack encontrou nestas escolas e as que discos e filmes refletem não significam contudo que os comportamentos homofóbicos estejam erradicados da face da Terra. Há muito caminho a percorrer. E ainda esta semana a Índia, ao votar a criminalização de relações entre pessoas do mesmo sexo, deu-nos conta de um violento passo atrás.

este texto foi originalmente publicado no suplemento Q. do DN

5 notes  /  

Dec 09 2013

Anonymous said: "Yeah it was cool that Nelson Mandela fought apartheid, but the BEST thing about him was that after he got out of prison he wasn't mean to white people" - the news on every single channel. :(

yoisthisracist:

Seriously, get your shit together, The News.

292 notes  /  

Dec 05 2013

Anonymous said: This just in: Mayor Rob Ford against the Washington football team changing their name because "To me that’s ridiculous. What are we going to call the Cleveland Indians? The Cleveland aboriginals next?"

yoisthisracist:

I think racists genuinely think that arguing “if we have to fix one racist thing, we’ll have to fix all the racist things” is a compelling argument. Racists: stupid, racist, incredibly lazy. Fuck’em.

209 notes  /  

Nov 28 2013
Nov 14 2013

Anonymous said: A billionaire, a white American, and a black single mother are sitting at a table with a dozen cookies. The billionaire takes 11 of them, turns to the white American and says, "That lazy welfare queen is trying to take your cookie."

yoisthisracist:

This is depressingly accurate.

9,355 notes  /  

Aug 22 2013
I can be really judgmental,” he continues, “and I’m working on it, but if you’ve ever seen my Twitter, this ukelele whistling stuff maddens me. I see that through the eyes of a kid that was seeing Minor Threat in a hall in 1984. There’s this great Mike Watt quote that says you can’t judge someone for how old they are, or you can’t get down on someone because they were born at a certain time. And that’s something I always try to remember.

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I can be really judgmental,” he continues, “and I’m working on it, but if you’ve ever seen my Twitter, this ukelele whistling stuff maddens me. I see that through the eyes of a kid that was seeing Minor Threat in a hall in 1984. There’s this great Mike Watt quote that says you can’t judge someone for how old they are, or you can’t get down on someone because they were born at a certain time. And that’s something I always try to remember.

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May 09 2013
But differences between the two are instructive, too. “Frances Ha” engages in a lively dialogue with film history, full of nods to the François Truffaut and Eric Rohmer movies that Mr. Baumbach adores. Much of the music in “Frances Ha” is written by Georges Delerue, erstwhile composer of the French New Wave. And Frances is a different kind of archetype than those who populate “Girls” — she’s older and closer to actual failure, ultimately falls further, and in some ways is eaten alive by the city that Mr. Baumbach and the cinematographer Sam Levy so lovingly shoot. The result is both more savage and more gentle than anything imagined by Ms. Dunham.

3 notes  /  

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But his heroes, or antiheroes, have always been borderline unpleasant: Ben Stiller’s painfully maladroit Greenberg, in the 2010 film of the same name; the self-aggrandizing patriarch played by Jeff Daniels in Mr. Baumbach’s semiautobiographical 2005 film “The Squid and the Whale”; Nicole Kidman’s scarily neurotic Margot, of 2007’s “Margot at the Wedding.” The Frances of “Frances Ha,” by contrast, is a danger only to herself: she needs to discover not how to stop hurting other people but how to stop other people from hurting her. She’s the most sympathetic character Mr. Baumbach has put on screen, and among the most alive, too.

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